Projeto "Guardiã Maria da Penha" já apresenta resultados positivos em Jandira

Com um pouco mais de um mês, após ser lançado, o projeto Guardiã Maria da Penha já atingiu resultados positivos no município de Jandira. A cerimônia de apresentação do projeto aconteceu na última semana, no auditório da Etec Braz Paschoalin.

O projeto Guardiã Maria da Penha, foi implantado em março deste ano, com objetivo de garantir medidas protetivas à mulheres que sofreram algum tipo de violência de seus parceiros. As vítimas contam com visitas domiciliares dos guardas civis do município que visam proteger essas mulheres, inibindo a ação dos agressores.  Jandira é a primeira cidade da região a implantar o projeto.

De acordo com os registros apresentados pela Guarda Civil Municipal de Jandira, desde o início do ano, das 19 solicitações de medidas protetivas, 17 foram acatadas pelo poder judiciário. Ao todo 13 casos estão sendo acompanhados pela patrulha especializada. Dentre eles, 12 suspeitos de agressão foram notificados e um foi detido. Os seis guardas que atuam no projeto, no mês de abril, realizaram 143 visitas. A inclusão das beneficiadas no projeto se deu pela reincidência frequente de violência, mesmo protegidas por decisão judicial.

Segundo a Diretora de Políticas Públicas para Mulheres, Vanice Aparecida Alves, o avanço do projeto depende da participação de outros profissionais de  importantes setores, como  saúde, educação, ação social entre outros.

 "O projeto Guardiã Maria da Penha só é efetivo com o protagonismo de toda a rede de trabalho. Precisamos identificar  essa mulher que é vítima de violência e fazer o atendimento humanizado. É preciso ainda, direciona-la adequadamente e deixar claro que  não está desamparada e que está garantido o apoio do poder público", destacou Vanice.

 Para o Comandante da GCM, Gilberto Ribeiro de Sousa, com  a implantação do projeto, os trabalhos foram intensificados, mais apoio as vítimas.

"A medida protetiva sempre existiu, mas antes não tínhamos a estrutura ideal. A iniciativa de implantar o projeto, possibilitou a realização dos trabalhos com mais eficiência. Para tanto, contamos com uma equipe capacitada, que passou por uma formação exclusiva para atuarem de maneira mais efetiva nessas ações", concluiu Gilberto.

05 Mai 2016 0 comment
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Com um pouco mais de um mês, após ser lançado, o projeto Guardiã Maria da Penha já atingiu resultados positivos no município de Jandira. A cerimônia de apresentação do projeto aconteceu na última semana, no auditório da Etec Braz Paschoalin.

O projeto Guardiã Maria da Penha, foi implantado em março deste ano, com objetivo de garantir medidas protetivas à mulheres que sofreram algum tipo de violência de seus parceiros. As vítimas contam com visitas domiciliares dos guardas civis do município que visam proteger essas mulheres, inibindo a ação dos agressores.  Jandira é a primeira cidade da região a implantar o projeto.

De acordo com os registros apresentados pela Guarda Civil Municipal de Jandira, desde o início do ano, das 19 solicitações de medidas protetivas, 17 foram acatadas pelo poder judiciário. Ao todo 13 casos estão sendo acompanhados pela patrulha especializada. Dentre eles, 12 suspeitos de agressão foram notificados e um foi detido. Os seis guardas que atuam no projeto, no mês de abril, realizaram 143 visitas. A inclusão das beneficiadas no projeto se deu pela reincidência frequente de violência, mesmo protegidas por decisão judicial.

Segundo a Diretora de Políticas Públicas para Mulheres, Vanice Aparecida Alves, o avanço do projeto depende da participação de outros profissionais de  importantes setores, como  saúde, educação, ação social entre outros.

 "O projeto Guardiã Maria da Penha só é efetivo com o protagonismo de toda a rede de trabalho. Precisamos identificar  essa mulher que é vítima de violência e fazer o atendimento humanizado. É preciso ainda, direciona-la adequadamente e deixar claro que  não está desamparada e que está garantido o apoio do poder público", destacou Vanice.

 Para o Comandante da GCM, Gilberto Ribeiro de Sousa, com  a implantação do projeto, os trabalhos foram intensificados, mais apoio as vítimas.

"A medida protetiva sempre existiu, mas antes não tínhamos a estrutura ideal. A iniciativa de implantar o projeto, possibilitou a realização dos trabalhos com mais eficiência. Para tanto, contamos com uma equipe capacitada, que passou por uma formação exclusiva para atuarem de maneira mais efetiva nessas ações", concluiu Gilberto.

Última modificação em Quinta, 05 Maio 2016 14:08

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